domingo, 24 de janeiro de 2010

Vida Onírica (Criações Literárias)

Naquela estrada escura
Eu andava solitário
Como um sonâmbolo perdido
No labirinto das trevas.
Aparições surgiam
Ao mesmo instante que desapareciam
Nas janelas entreabertas
De cortinas dançantes.
Tudo era sombrio
E foi quando eu corri
Para a saída,
Corvos e corujas vinham
Corvejando e piando meu nome.

Tudo se foi num tiro
E ouvi gritos de desespero.
Violência, rejeição, ignorância
                                      [me lembrei.
Oh vida! Como queria voltar à avenida fantasma
                                                              [pensei.

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