Naquela estrada escura
Eu andava solitário
Como um sonâmbolo perdido
No labirinto das trevas.
Aparições surgiam
Ao mesmo instante que desapareciam
Nas janelas entreabertas
De cortinas dançantes.
Tudo era sombrio
E foi quando eu corri
Para a saída,
Corvos e corujas vinham
Corvejando e piando meu nome.
Tudo se foi num tiro
E ouvi gritos de desespero.
Violência, rejeição, ignorância
[me lembrei.
Oh vida! Como queria voltar à avenida fantasma
[pensei.
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